Os terremotos são provas reais e inegáveis da volta de Jesus Cristo parte 4 Autor Pbsena


A) O terremoto que aconteceu no monte Calvário no dia e na hora da morte de Cristo Jesus

O terremoto que aconteceu no Monte Calvário foi uma demonstração, e uma reação de Deus, pela sua natureza e criação, de que não suportou em vê seu filho, sendo morto pelas mãos de injustos e pecadores ímpios; não sendo Ele o causador e o culpado, da vinda do pecado na vida humana. Diante da cena do Calvário Deus não suportou e estremeceu-se em sua morada, sendo o suficiente para que também, todo o sistema solar também reagisse mediante aquela cena tão comovente. O terremoto que aconteceu no dia da morte de Jesus, teve inicio, quando Jesus deu um brado como o ultimo suspiro ou uma inspiração profunda, ou seja, (ato de introduzir ar nos pulmões) coisa que Ele não podia por está crucificado. E em seguida acompanhada de uma expiração audível, isto é (expelir o ar dos pulmões falando) suas ultimas palavras, como se estivesse dando o último grito ou brado de sua vida. De tão profundo que era, dava para arrepiar os cabelos da cabeça de qualquer um que as ouvisse, pois que dava uma impressão de que aquele grito penetrou em todos os contos, mexendo até com o coração de Deus no céu. Tudo motivado pelos incômodos físicos das dores que já ultrapassava os limites, de suportar! E quando sentiu que era o fim, se sentiu psicologicamente aliviado, pela satisfação por ter consumado com sua missão que recebera de seu Pai; e então Ele abriu a boca e diz: (Jo 19:30) – está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. Então a partir dali a terra começou a tremer, e foi aumentando a sua intensidade até que chegou a caracterizando-se em um terremoto, restrito ao monte Calvário e redondeza.                                                                      O terremoto foi tão intenso que abalou todo o local onde circundava o monte Calvário onde Jesus estava sendo crucificado até a morte (Mt 27:54).

Por ocasião deste terremoto houve alguns fatos dignos de serem relatados neste assunto. Que foram eles:

  • O Sol perdeu o seu brilho.

A partir das doze horas do dia “sexta hora” ou ao meio dia (Lc 23:44) o aspecto do céu começou a mudar, e o Sol começou a ficar com seu brilho ofuscado. Se, foi um eclipse, foi tudo coordenado por Deus para acontecer na hora certa. O aspecto climático do momento era propicio, a qualquer tipo de surpresa sobrenatural. Pois quem estava sendo assinado era o Filho Deus. Um inocente que estava se entregando voluntariamente a favor dos pecadores, enquanto Deus estava reconciliando o homem consigo mesmo. Os últimos momentos ao derredor do Calvário eram muito tensos; e quem tivesse uma noção do espiritual, podia perceber, de que algo estranho estava acontecendo e não estava normal naquele dia. É bem provável que os discípulos e os amigos de Jesus que viram toda a operação do poder de Deus operado por Jesus em todo seu ministério, sentiam certo pressentimento, de que tudo aquilo que estava a acontecendo, não iria passar em branco e de graça, sem que Deus que lhes dessem um sinal evidente de que Jesus era o filho de Deus.

A mudança climática daquele dia era um aviso de que algo estava para suceder. A terra iria sofrer um terremoto em toda aquela faixa de terra que fazia parte do monte do Calvário onde estava acontecendo o cenário, da morte e crucifixão de Cristo (Lc 23:44)

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